Com
a AGE da última
segunda-feira, o
tenso
processo
negocial do ACT
2014 chegou ao
capítulo final,
mas permanece
uma obra
inacabada, sem
epílogo. É
preciso agora
dar continuidade
ao que foi
decidido no
Acordo e,
principalmente,
ao que não foi
sequer
discutido. É
hora de
aproveitar as
lições
aprendidas e de
nos prepararmos
para o dia
depois de
amanhã.
Sobre o GEP
Carreira, é
necessário
tratar da
Comissão
Paritária que
dará
prosseguimento
ao seu exame,
independentemente
da cobrança pelo
não cumprimento
de Acordos
passados.
Há questões
relacionadas ao
nosso Plano de
Previdência, que
não foram
abordadas e
estão sendo
tratadas em
fórum
específico, sem
horizonte de
conclusão e
fortemente
pressionado pela
conjuntura, pela
gravidade do
déficit do Plano
de Benefícios e
pela indefinição
sobre o aporte
do patrocinador.
Temos a questão
da gratificação
salarial,
reconhecida pelo
BNDES como verba
salarial desde
1998, paga com
habitualidade há
16 anos e que
não constou do
atual Acordo,
representando
perda direta de
massa salarial
para ativos e
aposentados.
Também o Acordo
de Jornada de
Trabalho (AJT),
que desde 2013
encontra-se
vencido, espera
solução sem
iniciativa do
Banco em retomar
as tratativas,
mesmo
questionado
sobre a
aplicabilidade
das regras já
expiradas e
alertado,
diversas vezes,
para a
necessidade de
sua
renegociação.
Resta a questão
da mesa de
negociação
permanente, a
começar o quanto
antes, visando
fiscalizar a
aplicação do
atual Acordo e a
preparação,
desde já, para a
negociação do
ACT 2015.
Tudo isso em um
cenário que
inclui mais de
80% dos
empregados
lotados no Rio
de Janeiro nas
duas últimas
Assembleias –
recorde absoluto
de participação.
Apesar do
esgotamento das
resistências, o
interesse nas
negociações só
tem crescido.
Para o dia
depois de
amanhã, o corpo
funcional em
peso quer ver
valer seus
direitos.
Diretoria da
AFBNDES